O USO DA AUTORIDADE PELO GERENTE GERAL DO HOTEL

Há quem argumente que tais princípios relacionados à preocupação com o bem-estar dos colaboradores sao idealistas demais e que, dadas as realidades hostis no setor da hospitalidade, os gerentes precisam adotar uma postura mais dominadora. Mas em nenhum momento se sugere que os gerentes devam, sob qualquer circustância abrir mão do direito de gerenciar: é apenas uma questão de como gerenciar e de como usam sua autoridade. Um exemplo interessante é oferecido pelo empresário alemão Klaus Kobjoll, cujo hotel mantém índices de ocupação em torno de 92% e uma lista longa de espéra de candidatos às vagas de emprego, esperançosos de integrar uma força de trabalho altamente motivada. Os tempos modernos exigem uma mudança fundamental na relação gerência/funcionários. Há três tipos de autoridade: A divina, do tipo Luís XIV, que muitos presidentes de empresas assumem- mas que não significa nada para o sujeito que está no " shopfloor"; autoridade recebida por meio do exercício de aptidões profissionais; e finalmente a autoridade de " solidariedade humana", em que você demonstra que se importa tanto em nível pessoal quanto profissional com os funcionários. essa é a melhor e mais alta forma de autoridade... Se o proprietário do hotel afirma que seus colaboradores estão trabalhando mal, é ele quem precisa mudar seu estilo.
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