quinta-feira, 23 de junho de 2016

Quanto ganha um Hoteleiro?



Fonte: Guia da Carreira

Você sabe quanto ganha um Hoteleiro? Conheça mais sobre a profissão, o mercado de trabalho e a média salarial!

 O Hoteleiro trabalha com a operação e administração de hotéis, pousadas,  resorts, SPAs e estabelecimentos similares. Também pode atuar com promoção de eventos, hotelaria hospitalar, atenção ao cliente em shopping centers e consultoria em projetos.

O crescimento da atividade turística e a realização de grandes eventos internacionais no Brasil mantêm a profissão de Hoteleiro em alta. Há empregos em praticamente todas as regiões do País, impulsionados também por fatores como a expansão da rede de hotéis, o aumento da malha de transporte aéreo e a exploração de novas atividades de lazer.

Descubra a seguir quanto ganha um Hoteleiro, quais são os mercados mais atrativos e como se tornar um profissional da área.

Piso Salarial do Hoteleiro

Os hoteleiros não possuem um piso salarial único em todo o Brasil. Os pisos salariais são definidos de acordo com a região onde o profissional trabalha. Cada uma tem um sindicato correspondente e os valores mudam conforme as convenções coletivas e acordos definidos junto aos empregadores.

Veja alguns exemplos de piso salarial para Hoteleiro no Brasil de acordo com os sindicatos correspondentes:

•Região do ABC Paulista: R$ 1.060
•Goiânia (GO): R$ 868
•Florianópolis (SC): R$ 875
•Salvador (BA): R$ 858
•Manaus (AM): R$ 800
•Rio de Janeiro (RJ): R$ 900

Salário Médio de um Hoteleiro

O salário médio do Hoteleiro varia de acordo com o cargo ocupado e o tempo de experiência. Essa variação pode ir de R$ 830 a R$ 11.200!

Veja alguns exemplos a seguir, extraídos do Guia de Profissões e Salários da Catho:

Gerente de Hotel

•Mínimo: R$ 2.800
•Média: R$ 5.148
•Máximo: R$ 11.235


Supervisor de Hotelaria

•Mínimo: R$ 1.400
•Média: R$ 1.767
•Máximo: R$ 2.800


Coordenador de Hotelaria Hospitalar

•Mínimo: R$ 2.600
•Média: R$ 3.738
•Máximo: R$ 5.600


Auxiliar de Hotelaria

•Mínimo: R$ 830
•Média: R$ 1.169
•Máximo: R$ 1.600


Recepcionista de Hotel

•Mínimo: R$ 1.204
•Média: R$ 1.226
•Máximo: R$ 1.639

Onde estão os melhores salários para Hoteleiro

Os melhores salários para o Hoteleiro estão nas grandes redes de hotéis, no segmento de luxo e em hospitais.

Nas grandes redes hoteleiras que operam no Brasil, como Accor e Blue Tree, temos o seguinte cenário:

•Gerente de Hotel: média de R$ 9.13
•Gerente Geral: média de R$ 7.333
•Coordenador: média de R$ 4.195
•Chefe de Recepção: média de R$ 3.265
•Gerente de Contas: média de R$ 3.248
•Supervisor: média de R$ 2.892
•Recepcionista Bilíngue: média de R$ 2.210
•Atendente: média de R$1.450

Nos últimos anos os hospitais passaram a investir extensivamente em serviços similares aos de hotelaria, como acomodação e atendimento. Nesses estabelecimentos, as médias salariais são:

•Coordenador de Hotelaria Hospitalar: de R$ 3.000 a R$ 4.000
•Supervisor de Hotelaria Hospitalar: média de R$ 3.600
•Assistente de Hotelaria Hospitalar: de R$ 1.000 a R$ 2.000
•Recepcionista Bilíngue: média de R$ 1.820

No setor de eventos – outro grande empregador do hoteleiro – a média salarial é a seguinte:

•Coordenação de Eventos: entre R$ 2.600 e R$ 4.800
•Produção de Eventos: entre R$ 1.500 e R$ 3.500
•Consultoria de Eventos: entre R$ 1.600 e R$ 3.700
•Recepção de Eventos: entre R$ 900 e R$ 1.960

Concursos Públicos para Hoteleiro

Os melhores salários para hoteleiros interessados na carreira pública estão na docência de nível superior. Nas universidades públicas, os salários variam de R$ 4.177 a R$ 8.717, dependendo da titulação e experiência do candidato.

Em empresas públicas, como a Embratur e São Paulo Turismo, as vagas  oferecidas têm salários entre R$ 4.800 a R$ 5.500 para técnicos, gerentes e analistas.

Nas prefeituras de diversas cidades brasileiras, os valores vão de R$ 900 a R$ 2.500.

O Mercado de Trabalho para o Hoteleiro

O mercado de trabalho para Hoteleiro acompanha o crescimento da já consolidada indústria de turismo, negócios e receptividade no País.

A Copa do Mundo da FIFA de 2014 e as Olimpíadas de 2016 tiveram um papel fundamental na atual evolução e internacionalização do setor hoteleiro no Brasil.  No período da Copa, por exemplo, quase um milhão de diárias foram comercializadas somente nas cidades-sede do evento.

O Estado de São Paulo concentra hoje o maior volume de hotéis executivos no País, enquanto Rio de Janeiro e Bahia têm mais estabelecimentos voltados ao turismo tradicional.

O número de estabelecimentos hoteleiros também tem crescido nas regiões Sul, Nordeste e Norte, ampliando as oportunidades para os profissionais da área.

A modernização dos hospitais e a “humanização” das instalações médicas abriram novos campos de trabalho para o hoteleiro, que passou a atuar também na operação desses estabelecimentos.

Outros setores importantes para o hoteleiros:

·        Organização de eventos de negócios, feiras, exposições e convenções
·        Desenvolvimento de projetos de hotelaria
·        Cruzeiros marítimos
·        Shopping Center
·        Consultoria hoteleira
·        Agências de turismo


Como se tornar um Hoteleiro

Para se tornar um Hoteleiro, há dois caminhos. O primeiro é fazer um curso de bacharelado em Hotelaria e Turismo, com duração média de 4 anos. O segundo é optar por um curso tecnológico, que dura em média 2 anos. Ambos conferem diploma de nível superior

A diferença entre eles é que o bacharelado apresenta uma visão mais ampla da profissão, enquanto o curso de tecnólogo é mais focado nas necessidades do mercado de trabalho, como contratação e coordenação de funcionários.

Os cursos podem ser feitos de forma presencial ou a distância. Como é uma área muito internacionalizada, é recomendável que o Hoteleiro fale pelo menos dois idiomas além do português, como inglês e espanhol.

Além dessas  qualificações, a mais importante  é a experiência, a pratica  no dia  a dia  dos bastidores de uma  organização hoteleira  traz know-how e as habilidades que a faculdade não ensina. Portanto, somar o conhecimento  pratico e teórico com a paixão pelo servir, torna o profissional um expertise
                                                                                     ( Grifo do blogger)

Confira algumas das principais faculdades de Hotelaria e Turismo reconhecidas pelo MEC:

Universidades Privadas:
  • Centro Educacional Anhanguera (Anhanguera)
  • Universidade Estácio de Sá (UNESA)
  • Anhembi Morumbi
  • Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)
  • Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)
  • Entre outras  excelentes  instituições  como HOTEC, SENAC, CASTELLI.

Universidades Públicas:

•Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
•Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
•Universidade Federal Fluminense (UFF)
•Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
•Universidade do Estado da Bahia (UNEB)







Fonte: Guia da Carreira
Autor: Felipe Veronezzi






segunda-feira, 20 de junho de 2016

Bares, Botecos & Restaurantes


 Os  erros mais comuns dos   donos


A hospitalidade deve partir  do dono da casa, ao ver  um cliente dê-lhe um  cordial sorriso,  cumprimente-o, faça-o se sentir  bem vindo em sua casa,  afinal ele é  quem está lhe fazendo um grande negócio, comprando seus  serviços!

Se  conhece  o  dono  do estabelecimento pela   sua  postura,  ou mais  precisamente, pela sua  ausência! A pior experiência de um  cliente  é  chegar  num ambiente e não  ser valorizado, isso mesmo,  VALORIZADO! Todos  nós temos  valores,  cada um de nós  tem  um valor, e levamos  esses  valores  com a gente o tempo inteiro. Num  processo de compra, esses  valores  são  colocados em observância, as  vezes  o Ego  fala  mais alto.

O  Cliente chega  no bar,  cumprimenta  o  dono e  senta  numa mesa a espera de  atendimento, passado  longos  minutos, vem  alguém com  cara de “ que saco, um cliente!”.

O dono, que deveria antecipar  esse atendimento, sentado como estava, lá  ficou sem mover  um dedo. Tão logo percebe-se a apatia  do ambiente, em pleno  Domingo,  noite  fria e gostosa pra curtir um caldo, um vinho, enfim, curtir  um bom ambiente, mas existe gente pra  estregar e  desmotivar qualquer tudo isso.

Depois fica reclamando da crise, por que o seu negócio está de mal  a pior, os  “ fregueses”  sumiram e  fica se perguntando se vale a pena continuar  com aquele  negócio de bar e/ou  de restaurante, por não bastar, a esposa com  cara de azedume sequer cumprimenta o seu ganha pão, o cliente.

O que  ocorre com esse  cidadão  e sua esposa é  que se um está  no alugar  errado, o outro  por obrigação. Servir alimentação não é sua vocação, muito menos estar ser dono. Muitas vezes o negócio de vender comida e bebida tenha uma boa rentabilidade, esse cidadão continua a infernizar a vida do cliente com seu atendimento. Ele pode até ter muito sucesso no ramo de  alimentos e bebidas, mas precisa manter ao seu redor pessoas competentes. Um ponto relevante, não transmita a hierarquia familiar para  dentro  do negócio!

A concorrência é a chave para o sucesso, muito embora alguns donos de estabelecimentos ignorem essa percepção, quantos mais concorrentes no seu ramo houver e próximos a seu negócio melhor será, mais clientes em potencial demanda o macro ambiente. Veja o exemplo da feira livre; onde as barraquinhas são todas integradas, lado a lado, e cada um tem o mesmo legume, a mesma fruta, o mesmo produto! Mas com qualidades diferentes, atendimento diferente e isso é o que gera a demanda.
Observe a diferença entre esses dois vendedores, qual  deles  você  gostaria de comprar?


vendedor A

Vendedor B


quarta-feira, 15 de junho de 2016

Arranjos florais nos hotéis


Sempre presente nos lobbies dos hotéis, lá estão elas; rosas, tulipas, folhagens e flores regionais que embelezam muitos ambientes.

Arranjos florais são bem vindos  em todo  ambiente, agregando plantas ornamentais, deixando as áreas sociais do hotel mais acolhedoras, refrescante e com um toque natural.

Arranjos artificiais não são apropriados para um estabelecimento hoteleiro. Manter flores naturais nos  ambientes do  hotel é  um custo que precisa ser mensurado em um planejamento de marketing.

A pessoa  mais indicada  para ornamentar esses  ambientes  é o gerente de hospedagem,juntamente com a governanta e até mesmo  uma floricultura externa. Já no buffet, o Chef de cozinha precisa harmonizar pratos, cores, arranjos florais, folhagens, frutas e legumes.

Os  arranjos  florais naturais podem ser colocados em quase todos  os lugares, no lobby, no balcão da recepção, nas  mesas do restaurantes, nas  bandejas de café da manhã,  no  buffet, enfim, flores são sempre bem vindas!

Abaixo destaco  alguns arranjos  florais nos hotéis:










terça-feira, 14 de junho de 2016

Os serviços de Alimentos & Bebidas na hotelaria




Saber receber é uma arte! A hotelaria ao longo dos anos, nos lapida e nos deixa habilitado em várias áreas de serviços, desde servir um cafezinho a montar um banquete.

Abaixo são alguns dos trabalhos que realizei, onde fiz questão de colocar a mão na massa para servir o cliente.

Mas nada disso  sai  com tanta perfeição se não for  elaborado por uma equipe, para tanto, um hoteleiro deve estar arrodiado de pessoas a competentes  em todas as áreas do hotel.





















segunda-feira, 6 de junho de 2016

HOTELARIA & HOSPITALIDADE www.leonardosoaresconsultoria.com.br Hotelaria Independente: A Excelência no Servir

HOTELARIA & HOSPITALIDADE www.leonardosoaresconsultoria.com.br Hotelaria Independente: A Excelência no Servir: Encantar um hóspede é antes de tudo, superar suas expectativas! E, nada mais, nada menos. Existe um ditado: “Formiga conhece a folha ...

HOTELARIA & HOSPITALIDADE www.leonardosoaresconsultoria.com.br Hotelaria Independente: Baixar tarifas é desvalorizar o produto!

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Baixar tarifas é desvalorizar o produto!




O desespero do hoteleiro em manter suas tarifas competitivas é tanto que faz com que caia na tentação de colocar um outdoor ou mesmo o uma faixa em frente ao seu estabelecimento com dizeres  apelativos e muitas  vezes sem o mínimo de criatividade, desing e estética.

Pagar  mais caro? Por que? É a pergunta  que  os hóspedes se  fazem,  todo o tempo? Será mesmo?

Existe um mercado que paga pelo valor agregado sim, não só paga por uma dormida, mas por todo o serviço que lhe for oferecido. Não se deve fazer concorrência com base na tarifa! O que ocorre em muitas regiões é a mudança do perfil da clientela, fato que poderá comprometer a demanda e a taxa de ocupação de alguns hotéis, mas baixar a sua tarifa em razão dessa problemática, não é e nunca foi a solução, parece ser a primeira vista, mas a longo prazo, é um desastre.

Em se tratando de serviços hoteleiros, persuadir o seu mercado a pagar mais é absolutamente lógico. Na mesma perspectiva, dar desconto é tão perigoso quanto. O desconto destrói a credibilidade! O cliente hoje é diferente de duas décadas atrás, quando essa pratica inicialmente aplicada pelas técnicas de marketing, hoje estão obsoletas.

Quando se define a precificação do seu tarifário é como criar uma ficha técnica dos pratos, como é chamado na   gastronomia. A política tarifária é definida com muitos critérios, muitos deles sob estudo de viabilidade, entender o mercado macro e micro do hotel é tarefa da equipe de marketing, quando não se tem esse setor no hotel, ele pode ser terceirizado ou mesmo pode ser atribuído ao gerente do hotel, mapear a demanda é estudar as possibilidades e um gerente hoteleiro entende bem disso.

Tem se visto uma enormidade de pequenos hotéis com faixas que mais parecem bancas de rua, acreditando que essa  estratégia ainda funciona nos  dias  atuais. A regra é uma só, seu produto tem um preço real, digno, justo e competitivo, ele vale o quanto se mede, pesa e o que carrega , o valor  agregado! Seu produto (UH=unidade habitacional), no mínimo deve ser vendido a preço justo para o público certo!  A bem da verdade,  entender  o comportamento e as necessidades das  classes A,B,C e D  é fundamental para mapear seu Marketing-share!

Um uniforme do garçom bem feito, limpo, bem passado e moderno  acompanhado de uma  hospitalidade humana, um sorriso, mais um atendimento ágil e cortês, sem dúvida é um enorme valor agregado. O cliente paga para ter uma experiência também, basta entender a pirâmide de Maslow, onde as necessidades humanas estão divididas em hierarquias, a última necessidade da pirâmide é justamente essa, os valores agregados.

Por fim, baixar as tarifas do seu hotel é antes de tudo uma ação de desvalorização do produto. Mas reconhecer e premiar seu hóspede, por comprar seus serviços, é um passo além da excelência no atendimento. Os hóspedes não se interessam, propriamente, pelo produto e serviços; querem o que os produtos e serviços vão fazer para eles. Para persuadir seu público a pagarem por uma hospedagem, é preciso compreender a que eles dão valor, descubra quanto, realmente, o cliente pode pagar!